Oxigênio portátil oferece independência para usuários  

Os usuários de oxigênio por meio de cilindros ganham mais liberdade para respirar, oferecendo flexibilidade às empresas revendedoras.

Para os provedores de equipamentos médicos domiciliares, liberdade e independência significa a chance de migrar das atuais modalidades de entrega de oxigênio através de cilindros, que são caras, para novas maneiras de servir os usuários/pacientes utilizando tecnologias de enchimento de cilindros e concentradores de oxigênio já disponíveis. Exemplo disso são os Concentradores de Oxigênio Portáteis (COP), equipamentos mais silenciosos, mais leves e menores, com maior durabilidade e confiabilidade.

O mercado já oferece concentradores de oxigênio portáteis mais leves, com baterias que detém maior tempo de vida útil para atender necessidades do estilo de vida clínicos e pessoais dos pacientes e usuários. Alguns oferecem tecnologias capazes de aumentar a capacidade do equipamento para detectar e ajustar-se ao ritmo respiratório do paciente, assegurando que o usuário receba o volume prescrito pelo médico, ainda que durante o sono ou quando inalando profundamente devido a atividade física.

Contudo, concentradores portáteis de oxigênio ainda não são populares no mercado brasileiro. Os usuários de oxigênio por equipamentos e também os pacientes das modalidades de assistência domiciliar ainda utilizam muito o equipamento estacionário (maior e mais pesado).

Na avaliação da indústria, os pacientes querem dispositivos pequenos e leves que possam ser utilizados para viajar, que se adequem ao estilo de vida do paciente, que ofereçam flexibilidade. E para alcançar isso os provedores precisam ter a capacidade de se adaptar às mudanças tendo como referência o paciente e suas necessidades clínicas.

Em muitos mercados, inclusive no brasileiro, os pacientes ainda estão contando com as tradicionais entregas e recargas de cilindros (de tamanhos variados). Muitos médicos e até os personagens envolvidos com a assistência, assim como muitos pacientes de oxigênio, simplesmente desconhecem os sistemas modernos para entrega de O2.

O crescimento dos modelos portáteis ainda é um desafio para a indústria e para as revendas, que deverão trabalhar nos quesitos preço e publicidade.

No Brasil, fabricantes como Philips Respironics e Resmed já trabalham esses mercados para fazer chegar às equipes de saúde e aos pacientes informações sobre os seus produtos portáteis.

 

Fonte: Home Care Magazine

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