Problemas no processo da Desospitalização

Problemas como a passagem de plantão entre as equipes, os efeitos das reuniões multiprofissionais e o relacionamento entre os profissionais que realizam a assistência no domicílio estão entre aqueles que exigem novos modelos de gestão da comunicação em uma empresa de Home Care.

Soma-se a isso também a falta de visão holística do profissional ou mesmo dificuldade de atuar, quando consegue identificar necessidades do paciente que não tenham relação com o seu trabalho técnico e, por último, a falta de conhecimento das coberturas dos planos de saúde constituem entraves a serem enfrentados nessa modalidade de atendimento.

Artigo publicado pelo mestre em administração de empresas Marcelo Alves dos Santos sobre o processo da desospitalização para Home Care, faz uma análise da comunicação das equipes multiprofissionais e os entraves dessa mesma comunicação para a operacionalização dos serviços de Home Care. Problemas estes que refletem a morosidade dos líderes para acompanhar o ritmo acelerado das transformações que vem ocorrendo nessa modalidade de assistência à saúde.

O artigo traz à tona o desafio de os gestores entenderem que as mudanças ocorrem de forma variada e simultaneamente, exigindo com isso, novos modelos de gestão. Além do que buscou uma análise comparativa entre os modelos básicos de comunicação e o funcionamento da comunicação organizacional adotada por uma empresa que oferece os serviços de Home Care.

Uma das conclusões do estudo é a de que o processo de comunicação para a geração dos serviços do Home Care deve ser diferenciado daquele utilizado no hospital tradicional, uma vez que a modalidade de atendimento domiciliar constitui uma inovação no ambiente hospitalar e que a comunicação representa um dos pilares para os operadores do sistema.

Apesar de esta conclusão parecer óbvia o estudo evidenciou que na empresa estudada o processo de comunicação utilizado é aquele do hospital tradicional, sem que os gestores percebessem a necessidade de melhoria desse processo e da interação entre os membros das equipes, fato que fez predominar uma comunicação informal.

Mudanças nesse tipo de organização acontecem de forma gradativa e lenta, tendo em vista características conservadoras dos gestores. É preciso um olhar crítico sobre a comunicação e seus reflexos na operacionalização da assistência e especialmente na qualidade vida e recuperação do paciente domiciliar.

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O PROCESSO DE DESOSPITALIZAÇÃO – “Home Care”

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