Tendências dos investidores da saúde

A indústria da saúde está sob pressão como nunca antes visto para reduzir custos enquanto aumenta a qualidade. Dessa forma se encontra o mercado brasileiro e mercados em que há grande competitividade.

A revista Medcit publicou resultado do fórum de private equity da BioEnterprise de Cleveland (EUA), em que apresenta as tendências do mercado para investidores de privat equity.

Grandes bancos de dados mudam tudo: Graças ao bilhões de dólares de incentivo para prontuários eletrônicos, os EUA tem agora uma enxurrada de dados que constituem uma tremenda oportunidade de buscar insights comprováveis que correlacionem custo e qualidade. As empresas que descobrirem mais raidamente como tirar vantagem de todos esses dados estarão entre as preferidas dos investidores.

Todo mundo ama mobilidade. O mercado mobile é uma área de imenso crescimento independente da indústria, mas oferece oportunidade únicas para a saúde, não apenas telemedicina ou aplicativos que ajudem pacientes e profissionais a tomarem melhores decisões. Para Doyl Burkett do Kayne Anderson Capital, tirar vantagem da mobilidade significa encontrar maneiras de ajudar grandes empresas a se comunicarem com seus clientes em tempo real. Por exemplo, sua firma recentemente investiu em uma empresa dedicada a ajudar empresas médicas e hospitais a combaterem o problema de desmarcação de consultas com SMS lembrando os pacientes.

Bem-estar é um desafio. É óbvio que investir um pouco mais antecipadamente em prevenção irá economizar muitos dólares em doenças crônicas no futuro. Mas como medir o retorno do investimento (ROI) em programas de bem-estar? A dificuldade em responder essa questão é um problema para investidores. Além disso, muitos programas são “manuais”, requerindo fisicamente muitas pessoas pra implementar, diz Bill Trainor do Mutual Capital Partners. “Nós não temos visto nada em que a tecnologia esteja realmente fazendo a diferença”. Isso significa, quando estamos falando de empresas de bem-estar, que muitos investidores vão preferir esperar.

Esteja atento a consolidação dos prontuários eletrônicos e bancos de dados. Há atualmente 300 empresas de registros eletrônicos de saúde, mas espere que esse número diminuirá para 20 nos próximos anos, diz Mark Tomano do Welsh, Carson, Anderson & Stowe. Para ter sucesso, essas empresas precisam se integrar aos sistemas e fluxos de trabalho, tanto clinicamente quanto administrativamente – e adquirir algumas centenas de clientes não atrapalha também. “Os que tiverem o maior branding na cabeça dos consumidores serão os sobreviventes”.

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